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quarta-feira, 4 de maio de 2011

DO MUNDO , DO SUJO

claramente , como agua ,
ao sorriso da pequena menina clara , que mente ...
fissura , mente atormentada do poeta insanidade daquela , é certa..
sofrimento do artista ,artista que nao faz arte , que nao deixa de fazer parte.
seleçao de um grupo exato , de criadores  marcados ,
marcados por uma  vida , que escolhem vitimas , as menos insuspeitas , do alto de um vale , de luz , dessa vez nao de sombras , nao nas sombras ...
apenas na claridade , de quem esta na flor da idade , vivendo o mal do seculo , solitario , parecendo as vezes um otario ..
ahh que doces magoas , seus suplicios , que jovens , todos apenas com coraçoes partidos , musicais , alguns pequenos festivais momentaneos , um pequeno jovem , quase uns 16 anos , anos a mil , vivendo nessa vida , por um fio , como a graça pede , como ela me pede , vivendo dela , consumido de mals carates , e todas as partes , o consumo sujo , do governo sujo , do mundo sujo , habitado todo ele de sujeira , somos esse mundo , eu amo demais ela , e questionado eu fui , acabaram minhas ideias , dessa vez , de outra coisa eu sei , eu acabo por aqui , da licença dessa vez preciso fugir.

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