Estou sentindo assim,
tem algum que me diz que isso é egoismo demais,
outra me diz que isso é coragem.
Pensar que as coisas amanha serão melhores , é ludico ,
o amanha nao existe
é ilusao.
porque se ele chegar , quando ele chegar ,
ele vira hoje.
me disseram , para que eu me calasse.
entao eu te faço um desafio.
tenta entao viver sem mim , sem minhas ideias ,
pensa entao que arte é falta do que fazer,
leia entao minha poesia , e mande para o email do seu filho
para que ele possa tirar sarro de mim.
Hoje e ainda hoje , precisamos da oportunidade , de estarmos no comando,
de pensarmos e pensarmos em poder executar nossa arte.
filho da geraçao @ cheguei bem tarde nessa parada , quando eu cheguei voces ja tinham usurpado, nossas ideias.
E nós ficamos aqui.
sem voz.
A paz esta , esta no chão sujo da rua,
na escuridao, da noite
no pesadelo.
Como pode pensar , que nois ainda temos tempo.
O filho de um traficante tinha tempo.
nao temos , todo o tempo do mundo , mais ainda somos tao jovens...
fui preparado durante nove meses para estar aqui , e nao cheguei pronto.
atropelado umas cem vezes até aqui , chegamos todos tortos.
derrubado mil vezes até voce.
e eu cheguei em pé.
altivo , pronto para sentir voce , sua presença seu ar , minha voz,
ganha de novo a emoçao de falar e ser ouvido
de gritar e , me incomodarem para eu calar a boca,
estar vivo
ser parte
fazer parte.
eu penso em voce , como eu penso em ontem,
sem alguma perspectiva , agora eu vejo sim,
estivemos tao perto
eu vim para tras.
meu coraçao fulguras do teu ceu vermelho sangue , esta batendo,
de novo na fumaça do teu ser,
no zumbido chato
me enxendo o saco,
escreve umas besteiras , para que voce pudesse ler.
post create , Drumond de andrade , nao descobriu o que era isso
e no entanto ele foi ouvido.
tenho de que a geraçao @ seja a geraçao Van gogh , e precisemos morrer , para nos darem ouvidos.
fulguras meu chao , de flores belas , brilha um futuro eterno ,
pessoas querendo estar em um terno
nao fazer rima como eu,
crie-me ao seu prazer , me disseque , como se faz com seu sapo , do laboratorio da Yale , me faça. de um ego , tua disposiçao , poetisime ,
me faça
seu poeta.
me destrua , teste mais um em meu lugar , me jogue na varanda me descarte , eu fui sua experiencia errada
me mostra sua pele flacída
cansada de tentar, criar
de tentar provar teu deus.
Pegue sua maldita fita e tire da minha boca , para eu botar gritar,
me espanta , sua vulva , de fases humanas.
Uma vez , me perguntaram .
qual a razao da sua face triste?
pense que talvez ,
eu sinta suas dores,
e de repente
eu carregue
as dores do mundo.
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