em classe a queda do sol , me traz um empasse ,
o enclave nas ideias , as estrelas,
eu ainda insisto em ver.
Em saída em um repente
o colorido boreal,
astronomia eu nao sei nada .
mas as estrelas buscaram meu olhar,
eu nao pude exitar a recíproca .
Eu sentei na calçada ,
me despedi de algumas pessoas ,
e olhei a unica a estrela que ainda brilha no ceu cinza,
me bateu a velha ,
cabelo branco , olho claro, rugas
o nome dela é nostalgia .
passou uma moça,
um perfume
maravilhoso
me acalma.
Exilado , mente seja ausente,
um momento , insistente..
horas deprimente
te ver aqui
de novo , pedindo para voltar .
Ela me disse isso.
poxa , seu eu dizer que te amo velha , nem liga.
me liga
liga lá
me chama , para um chá,
quentinho claro,
nao me insista.
nao me peça,
pressa , essas coisas ,
um gracejo , o que voce chamou de avecho , me peça um beijo.
AI coloca a chá na varanda , na mesinha onde tem do lado um balanço,
um pingo de limao , e nada de leite porque eu nao sou ingles,
depois me balança ,
deixa eu sentir de novo
o vento,
a relaxamento total , to sentir mente sem nada ,
mente do nada , sem nada para eu mentir,
deixa sentir , pele gelada , areada , brincadeira de criança,
viva o chá da varanda ,
valeu velha , outro dia eu volto .
a nostalgia , foi embora ,
ou fui eu que a deixei?



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